
A pedido do Jorge Pires, Candidato à Junta de Freguesia de S. Vicente, e na companhia dos Vereadores Filomena Bordalo e Hugo Soares (hoje em funções), bem como de uma vasta delegação de Autarcas desta Freguesia, visitei hoje a Escola Secundária Sá de Miranda, no âmbito de um esforço de cooperação e diagnóstico que tenho assumido como essencial para a nova Gestão Municipal, reunindo com o recém-empossado Director da Escola e vários membros do Conselho Executivo.
Obras no Parque Escolar não podiam ser adiadas
Na conversa com Fausto Farinha foram trocados pontos de vista sobre o papel de uma instituição centenária, cuja esfera de influência se alarga hoje até aos limites do Cávado, numa lógica premonitória da aproximação que a cidade tem que cultivar.
No campo das infra-estruturas, as obras em curso são consideradas fundamentais para dar resposta às exigências de uma escola que se pretende moderna e que tinha assistido a uma progressiva degradação.
Não escondendo o orgulho pela ambiciosa reformulação em curso, Fausto Farinha enalteceu as possibilidades que se abrem para toda a comunidade escolar, destacando a abertura à sociedade civil que se logrará com espaços renovados como o do museu ou o do novo auditório.
A intervenção levada a cabo na secundária Sá de Miranda, bem como as que serão realizadas nos demais equipamentos escolares, mereceram a nossa óbvia aprovação, na medida em que consideramos ser o mínimo que o Governo pode fazer, depois dos dislates incompreensíveis das políticas educativas e dos ataques à classe docente e ao bom funcionamento do processo formativo.
Na conversa com Fausto Farinha foram trocados pontos de vista sobre o papel de uma instituição centenária, cuja esfera de influência se alarga hoje até aos limites do Cávado, numa lógica premonitória da aproximação que a cidade tem que cultivar.
No campo das infra-estruturas, as obras em curso são consideradas fundamentais para dar resposta às exigências de uma escola que se pretende moderna e que tinha assistido a uma progressiva degradação.
Não escondendo o orgulho pela ambiciosa reformulação em curso, Fausto Farinha enalteceu as possibilidades que se abrem para toda a comunidade escolar, destacando a abertura à sociedade civil que se logrará com espaços renovados como o do museu ou o do novo auditório.
A intervenção levada a cabo na secundária Sá de Miranda, bem como as que serão realizadas nos demais equipamentos escolares, mereceram a nossa óbvia aprovação, na medida em que consideramos ser o mínimo que o Governo pode fazer, depois dos dislates incompreensíveis das políticas educativas e dos ataques à classe docente e ao bom funcionamento do processo formativo.
Perante medidas e atitudes tão agrestes para a comunidade educativa, é fundamental que o Governo assegure a existência de boas condições de trabalho para os professores e funcionários e de aprendizagem para os alunos.
Também Jorge Pires (candidato à presidência da Junta de Freguesia de S. Vicente pela Coligação) mostrou a sua satisfção pela renovação em curso, declarando total disponibilidade para colaborar com a escola em todos os domínios, prometendo uma junta activa e incentivadora de sinergias entre as várias instituições da freguesia.
Novos desafios
Também Jorge Pires (candidato à presidência da Junta de Freguesia de S. Vicente pela Coligação) mostrou a sua satisfção pela renovação em curso, declarando total disponibilidade para colaborar com a escola em todos os domínios, prometendo uma junta activa e incentivadora de sinergias entre as várias instituições da freguesia.
Novos desafios
Com mais de 1.200 alunos, a Secundária Sá de Miranda evidencia as consequências das alterações do perfil formativo dos nossos jovens, com quase um terço dos alunos em cursos de natureza profissionalizante.
O Director teve ainda tempo para sublinhar o quão fundamental é a cooperação com a Autarquia no desenvolvimento de projectos que abram a escola à sociedade civil e permitam uma maior cumplicidade entre pais, pessoal docente e discente e, obviamente, alunos.
Pessoalmente, secundei esta visão declarando-se um fervoroso adepto de um incremento da participação das escolas na vida cultural, social e mesmo empresarial do concelho, algo que garanti ser uma das minhas prioridades.
Um dos problemas levantados pelo Director da Escola foi o da gestão do pessoal docente e discente. Um desafio permanente dado que as directivas do governo central vão no sentido de por cada dois funcionários que se aposentem, apenas um possa entrar.
O Director teve ainda tempo para sublinhar o quão fundamental é a cooperação com a Autarquia no desenvolvimento de projectos que abram a escola à sociedade civil e permitam uma maior cumplicidade entre pais, pessoal docente e discente e, obviamente, alunos.
Pessoalmente, secundei esta visão declarando-se um fervoroso adepto de um incremento da participação das escolas na vida cultural, social e mesmo empresarial do concelho, algo que garanti ser uma das minhas prioridades.
Um dos problemas levantados pelo Director da Escola foi o da gestão do pessoal docente e discente. Um desafio permanente dado que as directivas do governo central vão no sentido de por cada dois funcionários que se aposentem, apenas um possa entrar.
Braga capital do conhecimento
No final da visita às obras, deixei uma nota de esperança no futuro, declarando ser um dos meus objectivos fazer de Braga uma cidade do conhecimento, integrando as várias escolas e a Universidade numa coligação de esforços coerente e programada, tendente a colocar o Concelho no mapa de referência europeu da excelência no ensino.
No final da visita às obras, deixei uma nota de esperança no futuro, declarando ser um dos meus objectivos fazer de Braga uma cidade do conhecimento, integrando as várias escolas e a Universidade numa coligação de esforços coerente e programada, tendente a colocar o Concelho no mapa de referência europeu da excelência no ensino.
5 comentários:
Que o sol da verdade desça e ilumine as consciências de todos...
Segundo o Diario do Minho o Dr Ricardo Rio não estudou bem a lição... já que meteu agua nesta visita ao Sá de Miranda...
Pois é, o Diário do Minho também se engana quando dá espaço à livre criatividade dos seus jornalistas...
De facto, a notícia do Diário do Minho é pouco rigorosa e os reparos que faz não estão de acordo com a realidade (em particular, nas competências entre a Câmara e as Escolas).
Creio que foi este o teor do artigo publicado no DM a quando da visita ao Sá de Miranda. Pelo que li sobre o assunto, não vejo nenhuma justificação para a posterior "excitação" de J. Fernandes. A não ser que algo tenha acontecido e não tenha sido relatado. Pelo que vejo as ameaças de J. Fernandes pretendem ir longe. "Tá bem". Costa Gomes
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