O Campo da Vinha é uma das maiores praças de Portugal. Merece por isso outro tratamento que não aquele que deram. Conjuntamente com o arruamento entre a antiga sede do PCP e o Largo de S. Francisco para que não mais seja possível morrer e apodrecer no centro de Braga sem que alguém dê por isso. Arranquem-se também uns parafusos, porcas e cremalheiras que nasceram mesmo junto ao Jardim de Santa Bárbara. Antes porém é preciso arrancar da cadeira do poder a personificação da democracia estalinista do quero, posso e mando. A limpeza do longo período soviético a que a cidade foi submetida virá depois e será tarefa para muitos lustros. Começemos então!
O Campo da Vinha personifica tudo o que de mal se fez em Braga ao longo destes 30 anos de MM. Vender patrimonio publico para lucros privados, aluguer á familia, compras da filha de MM sem ter nenhum rendimento e agora...tudo ao abandono, como eles vão deixar tudo isto depois de chuparem até ao tutano...
Uma atitude corajosa que mostra bem o futuro que tem traçado para Braga. Um futuro que não pertence nem a dinossauros nem a ninguém senão aos bracarenses. Um futuro que lhes dará voz. Que seja o insecticida dos pulgões da democracia bracarense. Braga está á espera.
Tem de se começar por qualquer lado. E apesar de haver muita coisa mal feita no Campo da Vinha(Deus nos livre de MM ganhar as eleições e querer fazer ainda mais..., por que melhor não é dificil...), penso que há outros locais bem mais precisados de uma intervenção.... Estou a pensar mais propriamente no Largo Carlos Amarante, com aquele horroroso Shopping Santa Cruz, o São Geraldo em decad~encia e o edíficio do Pé Alado a desfear uma das mais belas praças de Braga. Mas se calhar essa intervenção será apenas oportuna após se ver o que vai sair do quarteirão dos Correios. Por isso acho bem que se avance, os custos serão certamente elevados, mas Braga ficará certamente a ganhar. Mas desconfio que não vamos ter esse prazer, pelo menos por mais 4 anos... Oxalá me engane.
Parabéns Dr. Ricardo Rio (& equipe) pelo cuidado e sentido de oportunidade político quanto a esta questão concreta.
O Campo da Vinha é um daqueles casos sobre os quais vale a pena parar e pensar um pouco.
E porquê?
Porque se trata da maior Praça de Braga, com uma localização central, uma envolvente consolidada, harmoniosa - com alguns edifícios com história e presença forte - e, muito importante, frequentado por praticamente toda a população.
Com tudo isto, sofreu uma intervenção por parte da Câmara Municipal que quase o descaracterizava completamente.
Da Praça Conde de Agrolongo, que memória queremos presente?
A História do Campo da Vinha e a História de Braga confundem-se: usada pelos romanos, presente na Idade Média, campo de feiras, mas, também com marcas ricas do Barroco (Convento do Pópulo) e a memória dos grandes beneméritos da cidade (Conde de Agrolongo), a intervenção ali feita passou ao lado deste património, quando devia ter sido exactamente ao contrário, dando a esta Praça um papel central na vida de Braga, pondo em evidência as suas importantes memórias.
O Campo da Vinha é agora tido como um enorme parque de estacionamento subterrâneo e esta ocupação do solo ajudou à descaracterização da Praça. Foi eliminado todo o coberto vegetal, a Praça ficou praticamente sem árvores na zona de intervenção, pois estas não crescem sobre o betão.
Aliás, como é que foram definidas as infra estruturas nesta área tão extensa e tão profunda? Houve algum cuidado com os vestígios arqueológicos? Terão sido tomadas em consideração as questões relacionadas com a geologia e a hidrologia? Há estudos sobre estas matérias demonstrando que este número de caves é o mais indicado para este local? Podem ser consultados? Que implicações no solo natural tem esta obra?
Além disso, seria importante ter em conta qual a política de trânsito do Município, para perceber qual o papel que cabe a este parque de estacionamento.
O estacionamento de automóveis é um equipamento urbano, obrigação municipal na correcta gestão da cidade. Criar estacionamento é prioritário, mas os parques subterrâneos só devem ser considerados em último caso.
Além disso, as políticas de resolução séria do estacionamento só terão êxito se forem apoiadas no favorecimento do transporte público. Por exemplo, o preço a pagar no parque podia ser conjugado com o preço dos passes sociais.
Uma Praça é um local de encontro, que valoriza a vida das pessoas que passam por lá. Ora, poucos anos depois das obras, ninguém pára ali!
Aqueles pavimentos, aqueles edifícios, aqueles becos, aqueles degraus... Não é um local de encontro, onde as pessoas parem! Passou a ser, apenas, uma zona de passagem...
Sendo, pois, este um espaço por excelência de Braga, a intervenção da Câmara foi avisada e potenciadora do capital urbano que ali existe?...
A avaliação do dinheiro público que foi gasto naquelas obras é uma acusação grave! Tanto mais que as verbas são escassas e há inúmeras situações a exigir esses mesmos recursos, tantas vezes negados! Aplicá-los naquelas garagens não foi a melhor opção.
A remodelação do Campo da Vinha falhou.
A cidade merece empenho e dedicação de todos, principalmente dos mais altos responsáveis políticos e técnicos, o que no Campo da Vinha não existiu.
Estamos perante um caso de grande desperdício de recursos, sem resultados positivos. É evidente que as soluções construídas não trouxeram quaisquer benefícios às pessoas que usufruem deste espaço e que mereciam melhor qualidade de vida urbana. Muito melhor!
Uma nova política urbana para a cidade: precisa-se!
O campo da vinha é mais um, talvez o maior, atentando feito contra o património dos bracarenses. o subsolo é do amigo do mm, por cima temos uma loja do filho alugado à câmara com intuito de se construir uma loja de acesso á internet(meu deus, a lata desta gente) e claro, o vergonhoso mamarracho. O mm já há muito que não ganha as eleições dentro da cidade. Os seus votos vêm essencialmente da maquina partidária e quem dele depende e, principalmente, dos votos dos domingueiros que vêm cá ver a “fonte”. Esta ideia é óptima, tentar-se recuperar um pouco a dignidade do campo da vinha. Aproveitando-se também para verificar os termos das negociatas feitas no subsolo, quer do campo da vinha, quer da avenida central, e se for preciso e possível, “nacionalizar” o que era nosso e varrer Braga desta comandita.
Mesquita Machado diz que ainda quer fazer mais por Braga. Como se já não tivesse feito que chegue. Demasiado. BASTA! Apresenta-se de novo como candidato. Que mal fica essa palavra associada à sua figura! A palavra "candidato" vem da República romana: quando alguém se apresentava a um cargo público vestia de branco (cândido), simbolizando a pureza de intenções e o serviço do bem público, virtudes cimeiras de um aspirante a cargos visando servir o povo. Daí surgiu a palavra "candidato", aquele que veste de branco, símbolo da pureza e do desinteresse nos cargos a que se propõe. Chamar candidato a Mesquita Machado é algo parecido a dizer-se que a Madonna é virgem e casta.
8 comentários:
O Campo da Vinha é uma das maiores praças de Portugal.
Merece por isso outro tratamento que não aquele que deram. Conjuntamente com o arruamento entre a antiga sede do PCP e o Largo de S. Francisco para que não mais seja possível morrer e apodrecer no centro de Braga sem que alguém dê por isso. Arranquem-se também uns parafusos, porcas e cremalheiras que nasceram mesmo junto ao Jardim de Santa Bárbara. Antes porém é preciso arrancar da cadeira do poder a personificação da democracia estalinista do quero, posso e mando. A limpeza do longo período soviético a que a cidade foi submetida virá depois e será tarefa para muitos lustros. Começemos então!
O Campo da Vinha personifica tudo o que de mal se fez em Braga ao longo destes 30 anos de MM. Vender patrimonio publico para lucros privados, aluguer á familia, compras da filha de MM sem ter nenhum rendimento e agora...tudo ao abandono, como eles vão deixar tudo isto depois de chuparem até ao tutano...
Há quem tenha receio de represálias Dr. Rio...
Uma atitude corajosa que mostra bem o futuro que tem traçado para Braga. Um futuro que não pertence nem a dinossauros nem a ninguém senão aos bracarenses. Um futuro que lhes dará voz. Que seja o insecticida dos pulgões da democracia bracarense. Braga está á espera.
Tem de se começar por qualquer lado. E apesar de haver muita coisa mal feita no Campo da Vinha(Deus nos livre de MM ganhar as eleições e querer fazer ainda mais..., por que melhor não é dificil...), penso que há outros locais bem mais precisados de uma intervenção.... Estou a pensar mais propriamente no Largo Carlos Amarante, com aquele horroroso Shopping Santa Cruz, o São Geraldo em decad~encia e o edíficio do Pé Alado a desfear uma das mais belas praças de Braga. Mas se calhar essa intervenção será apenas oportuna após se ver o que vai sair do quarteirão dos Correios. Por isso acho bem que se avance, os custos serão certamente elevados, mas Braga ficará certamente a ganhar. Mas desconfio que não vamos ter esse prazer, pelo menos por mais 4 anos...
Oxalá me engane.
C. Viana
A remodelação do Campo da Vinha falhou.
Parabéns Dr. Ricardo Rio (& equipe) pelo cuidado e sentido de oportunidade político quanto a esta questão concreta.
O Campo da Vinha é um daqueles casos sobre os quais vale a pena parar e pensar um pouco.
E porquê?
Porque se trata da maior Praça de Braga, com uma localização central, uma envolvente consolidada, harmoniosa - com alguns edifícios com história e presença forte - e, muito importante, frequentado por praticamente toda a população.
Com tudo isto, sofreu uma intervenção por parte da Câmara Municipal que quase o descaracterizava completamente.
Da Praça Conde de Agrolongo, que memória queremos presente?
A História do Campo da Vinha e a História de Braga confundem-se: usada pelos romanos, presente na Idade Média, campo de feiras, mas, também com marcas ricas do Barroco (Convento do Pópulo) e a memória dos grandes beneméritos da cidade (Conde de Agrolongo), a intervenção ali feita passou ao lado deste património, quando devia ter sido exactamente ao contrário, dando a esta Praça um papel central na vida de Braga, pondo em evidência as suas importantes memórias.
O Campo da Vinha é agora tido como um enorme parque de estacionamento subterrâneo e esta ocupação do solo ajudou à descaracterização da Praça. Foi eliminado todo o coberto vegetal, a Praça ficou praticamente sem árvores na zona de intervenção, pois estas não crescem sobre o betão.
Aliás, como é que foram definidas as infra estruturas nesta área tão extensa e tão profunda? Houve algum cuidado com os vestígios arqueológicos? Terão sido tomadas em consideração as questões relacionadas com a geologia e a hidrologia? Há estudos sobre estas matérias demonstrando que este número de caves é o mais indicado para este local? Podem ser consultados? Que implicações no solo natural tem esta obra?
Além disso, seria importante ter em conta qual a política de trânsito do Município, para perceber qual o papel que cabe a este parque de estacionamento.
O estacionamento de automóveis é um equipamento urbano, obrigação municipal na correcta gestão da cidade. Criar estacionamento é prioritário, mas os parques subterrâneos só devem ser considerados em último caso.
Além disso, as políticas de resolução séria do estacionamento só terão êxito se forem apoiadas no favorecimento do transporte público. Por exemplo, o preço a pagar no parque podia ser conjugado com o preço dos passes sociais.
Uma Praça é um local de encontro, que valoriza a vida das pessoas que passam por lá. Ora, poucos anos depois das obras, ninguém pára ali!
Aqueles pavimentos, aqueles edifícios, aqueles becos, aqueles degraus... Não é um local de encontro, onde as pessoas parem! Passou a ser, apenas, uma zona de passagem...
Sendo, pois, este um espaço por excelência de Braga, a intervenção da Câmara foi avisada e potenciadora do capital urbano que ali existe?...
A avaliação do dinheiro público que foi gasto naquelas obras é uma acusação grave! Tanto mais que as verbas são escassas e há inúmeras situações a exigir esses mesmos recursos, tantas vezes negados! Aplicá-los naquelas garagens não foi a melhor opção.
A remodelação do Campo da Vinha falhou.
A cidade merece empenho e dedicação de todos, principalmente dos mais altos responsáveis políticos e técnicos, o que no Campo da Vinha não existiu.
Estamos perante um caso de grande desperdício de recursos, sem resultados positivos. É evidente que as soluções construídas não trouxeram quaisquer benefícios às pessoas que usufruem deste espaço e que mereciam melhor qualidade de vida urbana. Muito melhor!
Uma nova política urbana para a cidade: precisa-se!
Dr. Ricardo Rio, avance!
O campo da vinha é mais um, talvez o maior, atentando feito contra o património dos bracarenses. o subsolo é do amigo do mm, por cima temos uma loja do filho alugado à câmara com intuito de se construir uma loja de acesso á internet(meu deus, a lata desta gente) e claro, o vergonhoso mamarracho. O mm já há muito que não ganha as eleições dentro da cidade. Os seus votos vêm essencialmente da maquina partidária e quem dele depende e, principalmente, dos votos dos domingueiros que vêm cá ver a “fonte”. Esta ideia é óptima, tentar-se recuperar um pouco a dignidade do campo da vinha. Aproveitando-se também para verificar os termos das negociatas feitas no subsolo, quer do campo da vinha, quer da avenida central, e se for preciso e possível, “nacionalizar” o que era nosso e varrer Braga desta comandita.
Mesquita Machado diz que ainda quer fazer mais por Braga. Como se já não tivesse feito que chegue. Demasiado. BASTA!
Apresenta-se de novo como candidato. Que mal fica essa palavra associada à sua figura! A palavra "candidato" vem da República romana: quando alguém se apresentava a um cargo público vestia de branco (cândido), simbolizando a pureza de intenções e o serviço do bem público, virtudes cimeiras de um aspirante a cargos visando servir o povo. Daí surgiu a palavra "candidato", aquele que veste de branco, símbolo da pureza e do desinteresse nos cargos a que se propõe. Chamar candidato a Mesquita Machado é algo parecido a dizer-se que a Madonna é virgem e casta.
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