quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Gabinete da Vereação


Tal como sucedeu no mandato anterior, os Vereadores da Coligação "Juntos por Braga" mantêm o seu horário de atendimento aos Munícipes, destinado a todos quantos queiram contactar com estes Autarcas (para colocar questões, solicitar apoio na resolução de problemas ou formular qualquer tipo de contributo).

O "Gabinete da Vereação" funciona no edifício da Câmara, na Praça do Município, às Segundas e Quartas-feiras, das 11:00 às 12:30 horas.

Bastará aos interessados solicitar o acesso no Polícia Municipal à entrada do edifício, não sendo necessária marcação prévia.

Para quem o desejar, poderá ser agendado um contacto fora do edifício da Câmara, seja através do e-mail geral@juntosporbraga.com ou do contacto 253 21 60 90 (da parte da tarde, A/C de Fernanda Mariano).

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Um bom exemplo


"Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Na sequência das eleições de 11 de Outubro, estão hoje a tomar posse milhares de novos Autarcas.
Centenas de discursos estão hoje a ser proferidos por todos o País. Anunciando obras, e prometendo novas realizações.
Optei por não falar disso hoje. O que iremos realizar é o que está escrito no programa eleitoral.
Mais do que as obras, a grande marca distintiva da acção política são os valores e os princípios que dão força e consistência à acção executiva.
O bom governo, teorizado pelos autores clássicos e preconizado nos documentos fundadores das democracias contemporâneas, concilia a satisfação das necessidades materiais dos cidadãos com preocupações éticas que devem balizar o exercício dos poderes públicos.
Em qualquer patamar, o bom governo tem de respeitar os princípios de eficiência na gestão, rigor nas contas e independência perante os grupos de interesses. E não dispensar – antes pelo contrário – a procura do máximo denominador comum no processo de tomada de decisões. É assim em democracia.
O bom Governo age de forma transparente e fortalece os direitos da cidadania.
O contributo de todos é essencial para o progresso. É indispensável saber ouvir, antes de decidir. E todas as opiniões são válidas, quando na sua base está a vontade genuína de participar construtivamente no desenvolvimento de uma cidade, de uma região ou de um país.
Mesmo em maioria, a busca de consensos deve ser uma constante, como se de uma minoria se tratasse. (...)

Encaro, como um bom prenúncio a forma civilizada como decorreu a campanha eleitoral, facto que antecipa também sinais muito positivos para todo o mandato.
Durante a campanha não houve ataques pessoais, as divergências foram debatidas com elevação e as propostas apresentadas com clareza.
Pela minha parte, enquanto candidato, tive a preocupação de não retirar vantagens do facto de ser Presidente da Câmara. Como era meu dever. Por isso, não houve inaugurações na vespera das eleições, mas nos dias seguintes. E também não houve a habitual distribuição do Boletim Municipal antes de 11 de Outubro (o nosso Feriado Municipal), mas sim na semana seguinte às eleições. E foi a seguir às eleições que iniciamos algumas obras importantes como a recuperação da Quinta dos Condes. E o habitual passeio dos idosos foi atrasado para só ocorrer depois das eleições.
É assim que se procede numa cidade civilizada e devemos ter orgulho nisso. É assim que se reforça a qualidade da democracia.
(...)
"


Discurso de tomada de posse de Manuel Castro Almeida
Presidente da Câmara Municipal de São João da Madeira, 31/10/2009


OBS: O PSD voltou a ganhar as eleições em São João da Madeira com 55,95% dos votos. Elegeu 5 mandatos contra 2 do PS.

sábado, 31 de Outubro de 2009

O Expresso e as (Euro)Sondagens

"Já atingi aquela idade democrática em que, tal como quem deixa de acreditar no Pai Natal, olho para a generalidade das sondagens com algum desprezo, seja por achar que os resultados estão longe dos graus de confiança estatística que dizem possuir, seja por entender que as mesmas funcionam como um elemento de viciação dos processos eleitorais mais do que como um qualquer contributo para o seu bom funcionamento.
Assim sendo, prefiro poupar esforços a incorrer na discussão inevitável sobre a falibilidade deste ou daquele estudo, desta ou daquela empresa, pese embora verifique que aquela tenda a falhar sempre mais do que esta e, curiosamente, sempre para o mesmo lado.
Acontece, porém, que as sondagens são muitas vezes elaboradas a pedido de órgãos de comunicação social, os quais, consideram estar a prestar um serviço aos seus leitores com a respectiva divulgação, dando-lhes uma informação fidedigna sobre os actos eleitorais em que irão participar e ajudando-os a formatar a sua decisão.
Quando assim não acontece, o que um qualquer órgão de comunicação social deve fazer é pedir desculpa aos seus leitores e às partes envolvidas num acto eleitoral que passa a estar parcialmente viciado, numa escala que, essa sim, é dificilmente mensurável.
Quanto mais sério e rigoroso for o referido órgão, mais se lhe deve exigir tal comportamento.
Ao Expresso, de que sou leitor regular de há décadas a esta parte, não posso aceitar que “enfie a cabeça na areia”.
Na análise efectuada na última edição à comparação dos resultados verificados com as sondagens divulgadas na véspera das eleições, enquanto que se discutiam as décimas de diferença das sondagens de Lisboa e Porto, Braga merecia apenas um lacónico “Apresentámos maioria absoluta de Mesquita Machado, que se verificou”, como atestado de qualidade do trabalho produzido e da tranquilidade da consciência editorial.
Faltou “só” dizer, que a sondagem divulgada para Braga foi uma verdadeira fraude informativa, um fracasso total, um “estudo” em que o partido vencedor consegue ficar abaixo do limiar inferior do largo intervalo de confiança estabelecido e a candidatura seguinte ficou mais de três pontos percentuais acima do limite superior de outro largo intervalo de valores presumido.
Dito de outra forma, os resultados reais expressaram uma diferença de menos de 3% entre as duas candidaturas, o equivalente a 2.600 votos, muito abaixo da vitória “garantida” pelos 10 pontos sugeridos pelo intervalo médio da sondagem publicada a 2 (dois) dias das referidas eleições.
Já a maioria absoluta seria sempre conquistada pelo partido vencedor, nem que tivesse apenas um voto de vantagem, num cenário de significativa bipolarização.
À luz destes resultados, um jornal como o Expresso não podia “fazer de conta” que tudo correra como se previu.
Já agora, e apenas para memória futura, a Eurosondagem fora a empresa cujas projecções para as Eleições Autárquicas em Braga já tinham falhado por 12 (doze!!!) pontos em 2005, a poucos dias das eleições, e que, então como agora, realizou diversas sondagens para o PS de Braga que foram publicamente divulgadas por este Partido.
E a verdade é que, não sei porquê, não me sai da cabeça a reivindicação do mercado de capitais americano de que as auditorias às empresas cotadas deviam ser pagas por organismos independentes e não pelas próprias…
Mas isso, como é óbvio, já nada tem a ver com o Expresso…"
Artigo publicado no Expresso de 31/10/09

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Disco a pedido


Ainda não foi desta que o Boss veio ao Municipal... ;)

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Uma reflexão pertinente


"O Encerramento do Hospital de S.Marcos retirará 10.000 pessoas/dia do centro da cidade

A partir de 11 de Maio de 2011, o centro histórico de Braga, perderá cerca de 10.000 pessoas/dia, que trabalham, tratam da saúde, visitam e vivem do Hospital de S.Marcos.
Falta pouco mais de um ano para que seja desactivado o Hospital de S.Marcos e seja inaugurado o novo Hospital de Braga. Este facto fará com que novos problemas surjam a partir de então na actividade económica e social do Centro Histórico de Braga. Assistiremos ao encerramento de negócios que vivem com a dinâmica criada com os utentes e profissionais do Hospital de S.Marcos. Os dados conhecidos apontam para cerca de 2.000 profissionais a que acrescem os utentes das consultas externas, urgências, doentes em tratamento, visitantes e acompanhantes. Estima-se que cerca de 10.000 pessoas gravitam diariamente em torno do Hospital.
As actividades dos agentes de negócios que beneficiam com esta dinâmica irão sofrer perdas significativas de vendas e muitos terão mesmo de fechar as portas. A Avenida da Liberdade, as freguesias de S.Lázaro e de S.João do Souto deixarão de ter o movimento causado pelo Hospital e correm o risco de desertificação.
Os Centros Comerciais, os Parques de Estacionamento, os Cabeleireiros, Restaurantes, Pastelarias, Cafés, Farmácias, Sapatarias, Floristas, enfim, toda a actividade comercial será influenciada por esta mudança.
Não conheço qualquer estudo realizado sobre o impacto na actividade económica e social do centro de Braga com o encerramento do Hospital de S.Marcos.
Provavelmente muitos empresários locais estarão já a fazer contas à vida. O facto é que aquela zona da cidade perderá um fluxo importante de consumidores que por qualquer razão necessitava do Hospital.
Não se sabe ainda o que surgirá nos imóveis que ficarão devolutos. Seria importante começarmos a discutir o que acontecerá e o que seria mais vantajoso instalar nesses imóveis. Os agentes económicos e sociais agradecem.
Muita Atenção e Boa Semana."


Abílio Vilaça
Rádio Antena Minho, 26/10/2009

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Assim se faz História

Mesmo com o forte empenho dos responsáveis eleitos do PS de Braga, a população de Guisande consumou a viragem nas Eleições de ontem para a Junta de Freguesia (após o empate a 158 votos do dia 11).
Realce para a enorme afluência às urnas (à volta dos 87%) e para o clima de salutar convivência democrática que se viveu após o apuramento dos resultados (que boa parte da população local aguardou na rua com muita expectativa).
Guisande, o Adelino Sá e toda a sua equipa estão de parabéns!

Esta é a 17ª Junta de Freguesia conquistada pela Coligação (a 7ª nova), a que acrescem seis Executivos independentes que contaram com o nosso apoio, como descrito aqui.
Pela primeira vez, a Coligação conseguiu eleger uma Junta em eleições posteriores à definição de quem governa a Câmara Municipal.

Novas Questões de Blogs (Próxima Reunião 29/10, 9:30, Pública)


Na sequência da iniciativa lançada no decurso do anterior mandato autárquico, volto a dar oportunidade a todos os visitantes deste espaço de utilizarem os Vereadores da Coligação "Juntos por Braga" como portadores das questões que queiram dirigir ao Presidente da Câmara e demais membros da maioria socialista.

Assim, poderão usar a caixa de comentários ou o e-mail rrio@juntosporbraga.com para pedir os esclarecimentos que entendam pertinentes, que nós iremos materializar em questões colocadas a cada nova reunião do Executivo Municipal.

As respostas serão também divulgadas na Caixa de Comentários ou, se se justificar, em posts autónomos.

Aproveito também para apelar a todos que não deixem de participar, presencialmente, nas reuniões públicas da Câmara Municipal (a última de cada mês) e nas reuniões da Assembleia Municipal.

As reuniões da Câmara decorrem quinzenalmente, às quintas-feiras de manhã, no Salão Nobre, na Praça do Município (a próxima reunião agendada será a que constar do título do post).