Sexta-feira, 16 de Março de 2012

Reunião com Juventude Popular

“Ricardo Rio é o rosto da mudança das Políticas da Juventude em Braga” 

A Comissão Politica Concelhia de Braga da Juventude Popular reuniu com o líder da Coligação “Juntos por Braga”, Dr. Ricardo Rio. Desta reunião a JP de Braga demonstrou perante o vereador da CMB algumas das preocupações no que concerne às políticas desenvolvidas no nosso Concelho, de âmbito cultural, desportivo, ambiental, urbanístico, económico e social. 
 De entre todas as temáticas abordadas, é de salientar as questões económico-sociais, culturais e de desenvolvimento sustentável da cidade, que vêem ao longo destes anos sido esquecidas pela governação desastrosa do actual executivo Camarário. A Juventude Popular deixou bem patente ao seu líder na Câmara Municipal de que um novo rumo em Braga é urgente, e que Ricardo Rio tem que continuar a ser sinónimo de uma nova liderança e de esperança no futuro para os Bracarenses, aproximando cada vez mais de si os jovens e as instituições locais. 
 O líder centrista Francisco Mota, deixou bem patentes as preocupações com o emprego e as empresas do concelho, afirmando que o município de Braga tem uma carga fiscal demasiado pesada o que faz com que não se criem condições para a fixação de novas empresas no nosso concelho. 
Ainda sobre esta matéria a JP mostrou-se muito preocupada com a desertificação do centro histórico, apontando que aquilo a que o executivo socialista chama de regeneração urbana não passa de retalhos, acabando por não resolver o problema de fundo, que se tem tornando num fecho galopante de centenas de lojas pelo centro histórico bem como do desaparecimento da população residente. 
Em tempos conturbados como os que se vivem, para Francisco Mota, é incompreensível que o município não tenha uma maior atenção sobre as IPSS, exemplo disso é os descontos por metro cúbico de água praticados pela Agere às instituições ser menor do que aqueles que são disponibilizados aos funcionários camarários. 
 A Juventude Popular ainda salientou a falta de estratégia do município em áreas fundamentais como a aproximação das freguesias rurais ao poder de decisão municipal, acusando o executivo socialista de criar barreiras que muitas vezes dão a entender existir dualidades dentro do mesmo concelho. 
 No que corresponde ao desporto, a JP fez saber a Ricardo Rio que considera que Braga é uma cidade de Campeões, e pena é que nem todos sejam tratados de igual forma pelo executivo camarário. Defendendo que na zona do estádio 1º de Maio deva ser desenvolvido um campus desportivo onde sejam inseridas todas as modalidades, e que na zona envolvente seja criado o multiusos de Braga. A JP deixou bem claro que Braga precisa de uma piscina olímpica mas que nada justificaria o desperdício megalómano e ruinoso de fundos públicos feito pelo PS, sendo crucial encontrar uma solução economicamente viável para a criação deste equipamento. 
 A JP Braga expressou também o seu claro compromisso com o Dr. Ricardo Rio, enquanto líder da Coligação “Juntos por Braga” nas próximas Eleições Autárquicas, destacando o espírito de mudança e de novo rumo para o concelho que o mesmo corporiza e em que tantos depositam as suas esperanças na construção de uma Braga melhor. 

Ricardo Rio quer que jovens exerçam uma cidadania activa
Da sua parte, Ricardo Rio realçou a preocupação que sempre teve com a incorporação das preocupações dos jovens Bracarenses nas diferentes políticas municipais. Aliás, recordou mesmo o compromisso celebrado com as estruturas juvenis que suportam a Coligação “Juntos por Braga” (JSD e JP), que conduziu à celebração de um “Contrato Político com a Juventude Bracarense” na antecâmara das Eleições Autárquicas de 2005. 
Do acesso à habitação à qualificação e inserção no mercado de trabalho ou ao fomento do empreendedorismo, da generalização dos apoios à formação desportiva à qualificação da oferta lúdica e cultural, mantêm-se actuais múltiplas propostas que constavam nesse documento”, referiu. 
O líder da Coligação expressou o seu reconhecimento à JP e à JSD pela forma como têm sabido corporizar os anseios dos jovens Bracarenses, quer nos reparos à gestão municipal, quer pelas reflexões produzidas nos diferentes órgãos autárquicos, quer pelas propostas formuladas, que lamentavelmente não merecem o mesmo acolhimento da maioria socialista. 
Recordando que a candidatura de Braga a Capital Europeia da Juventude tem o código genético da Coligação “Juntos por Braga”, Ricardo Rio lamentou que a forma como este projecto foi preparado e promovido tenha o código genético da maioria socialista: “Por mais que mudem os rostos ou se renovem as equipas, parece que os responsáveis do PS acabam todos por resvalar para os mesmo erros, da falta de qualidade no planeamento, da ausência de uma visão estratégica, da falta de rigor no cumprimento dos prazos e na gestão dos dinheiros públicos, da sobranceria e distanciamento em relação a cidadãos e instituições entre outras vicissitudes que só se resolvem com uma mudança inequívoca da gestão municipal”. 
 Para o futuro imediato, Ricardo Rio quer ver reforçados os níveis de participação cívica dos jovens Bracarenses: “Mais do que estimular a participação eleitoral dos jovens ou a sua intervenção no quadro partidário, é fundamental que os jovens Bracarenses exerçam uma consciência crítica contínua das políticas municipais, que se envolvam em iniciativas que estimulem o desenvolvimento do Concelho e que formulem as suas opiniões e contributos para as prioridades futuras”. 

Braga, 16 de Março de 2012 
O Gabinete de Comunicação da Coligação “Juntos Por Braga”

Domingo, 4 de Março de 2012

Ecos de Navarra (4): Site já on-line

Com o objectivo de “nos aproximarmos cada vez mais dos habitantes da nossa freguesia”, a Junta de Navarra colocou on line, recentemente, o seu próprio sítio na internet, tendo também em conta que “a revolução das tecnologias da informação e o rápido desenvolvimento da internet conduziu a que as relações entre os cidadãos e as instituições passem cada vez mais por aqui”. 
As palavras são do presidente do executivo de Navarra, Alberto Caldas, a propósito de “um importante canal de comunicação para que possamos estar cada vez mais próximos sempre que algum dos nossos habitantes necessitar”. 
Além de toda a informação institucional, existem neste site diferentes secções, como tudo o que se relaciona com os serviços da Junta, editais, noticiário diverso e ainda um espaço que se destina a recolher as informações e sugestões “de todos quantos queiram colaborar para o desenvolvimento e o progresso da freguesia de Navarra”, assinala o autarca. Alberto Caldas recorda que “o mundo global em que vivemos, fruto do incontrolável progresso das novas tecnologias de informação, impõe que todos os dias estejamos atentos à evolução das ideias, dos mecanismos de comunicação, das virtualidades dos meios que são colocados ao nosso alcance”. 
Desta forma, a Junta de Freguesia de Navarra “impôs a si própria, como um dos objectivos da sua actividade e do seu modo de estar e de comunicar com a população, a criação de um sítio na internet, agora já ao dispor de todos – não só da população de Navarra em particular como também de todos os cibernautas, sem esquecer de modo muito especial todos aqueles que, com ligações profundas e afectivas a Navarra, continuam a labutar por terras longínquas”. 
Para além de “darmos a conhecer mais aprofundadamente a freguesia, todos os cidadãos poderão participar de maneira mais activa na vida da comunidade”, acrescenta Alberto Caldas, concluindo “com a certeza de que, com esta nova ferramenta tecnológica, estamos a contribuir também para o desenvolvimento, o progresso e o bem-estar de todos os habitantes de Navarra”. 
Registe-se que este site pode ser consultado em www.freguesia-navarra.com.

Quinta-feira, 1 de Março de 2012

Era uma vez a Confiança?


“Projecto da Confiança representou um momento histórico para Braga”

A Coligação Juntos por Braga “reitera de forma absolutamente convicta que a compra e o projecto para a antiga Fábrica Confiança traduziriam um momento histórico para a cidade de Braga, desde logo porque pela primeira vez a Câmara de Braga se mostrou empenhada em aproveitar um importante legado, segundo porque, também pela primeira vez, a autarquia abriu-se à participação pública e daí resultou uma demonstração cabal da vontade dos bracarenses em participarem no desenvolvimento da sua cidade com projectos extremamente interessantes”, disse hoje Ricardo Rio aos jornalistas no final da reunião do executivo camarário.



(Aqui, a versão integral da Conferência de Imprensa sobre este ponto)

Abordando a questão da compra da Fábrica Confiança que tem gerado matéria noticiosa nos últimos dias, Ricardo Rio abordou o assunto de ângulos diferentes e começou por lembrar que “nunca estivemos, nós, Coligação, irredutíveis em relação a este negócio e sempre aguardámos que o Tribunal de Contas fizesse o seu escrutínio, como sempre faz em situações do género, o que não é, pois, de estranhar”. Neste âmbito, “as questões colocadas pelo Tribunal de Contas são perfeitamente normais, nomeadamente tendo a ver com a especificidade do projecto, o porquê de se avançar para o projecto nesta altura ou qual a rentabilidade futura, por exemplo”. E Rio fez questão de sublinhar que “nunca foram levantadas questões relacionadas com a legalidade do processo”.
Abordando depois a questão de outro ângulo, Ricardo Rio disse que “neste processo até parece que os autarcas da Coligação andaram sempre a falar sozinhos”. Mas a verdade – sublinhou – “é que este não foi um negócio entre o vice-presidente da Câmara, o líder da Oposição e a Urbinews, foi, isso sim, um negócio da Câmara Municipal de Braga, envolvendo toda a sua vereação, e um negócio que recebeu o aval da Assembleia Municipal de Braga”. Ou seja – acrescentou Ricardo Rio -, “a minha responsabilidade neste processo é exactamente igual à do presidente da Câmara, à de qualquer dos vereadores da Câmara Municipal de Braga, estendendo-se essa responsabilidade aos membros da Assembleia Municipal e Presidentes de Junta de Freguesia”.
Acentuando o tom crítico, Ricardo Rio disse que “a diferença de postura entre os vereadores da Coligação Juntos por Braga e a maioria socialista que gere a Câmara não é circunstancial, aliás é recorrente e mostra os que se escondem nas circunstâncias políticas de ocasião e os que assumem de frente os seus procedimentos e opções, como nós fazemos e têm uma cultura de responsabilidade pública e política”.
De resto, Ricardo Rio sustenta que “essa mesma situação só vem confirmar que o presidente da Câmara está paulatinamente a demitir-se do seu cargo e a desresponsabilizar-se e, por outro lado, demonstra que o seu vice-presidente e aspirante a seu sucessor não tem verdadeiramente estofo político para esse cargo”.
E mais crítico ainda: “se estas omissões por parte da maioria socialista querem significar uma forma de entregar a gestão da Câmara aos vereadores da Coligação Juntos por Braga, então temos que dizer alto e bom som que estamos preparados para isso e principalmente estamos preparados para evitar muitos mais erros da gestão da maioria socialista”.
Voltando à questão que está em cima da mesa, Ricardo Rio acentuou que “o interesse e o mérito do projecto em nada mudou e a aquisição perspectivava a criação de uma nova dinâmica e novas valências para potencializar e revitalizar toda a zona, mas este processo exige uma avaliação política”.
Assim, “em coerência com os princípios que defendemos desde há anos a esta parte – porque nunca nos viram, enquanto vereadores da Coligação, defender processos de expropriação -, consideramos que o processo negocial é o que garante maior lisura e transparência em qualquer caso – e nem sequer admito que o valor final da transacção, para este caso, pela via expropriatória, seja substancialmente diferente”.
Rio afirma que “é tempo de os que pensam de forma diferente dizerem aquilo que querem” mas garantiu que “a Coligação só dará o seu apoio a um processo de expropriação se de uma forma pública e cabal todas as forças políticas representadas na Assembleia Municipal se mostrarem a favor desse caminho”. 
Porque “há projectos que são da Câmara, mas há projectos que são da cidade de Braga”, concluiu.

Domingo, 26 de Fevereiro de 2012

"O pântano económico em que se encontra a cidade..."

"Estamos a viver tempos muito difíceis, com crescimento económico negativo (empobrecimento), com o grave aumento do desemprego, com o contínuo encerramento de empresas, com o elevado número de incumprimentos bancários e o excessivo aumento da dependência da população portuguesa da segurança social. 
A cidade de Braga está extremamente influenciada pelo ambiente económico geral do país e por um conjunto de problemas recentes, que têm afectado, a situação económica da cidade. 
 A saída do centro da cidade, para a periferia, do Hospital de S. Marcos, sem se organizar alternativas para minorar os impactos na economia da cidade. Este facto arrastou consigo o encerramento de muitos estabelecimentos comerciais e de serviços na cidade, empobrecendo-a gravemente. 
O Dolce Vita Braga está por isso muito influenciado pela situação da economia portuguesa, mas também e sobretudo pela situação da economia da cidade de Braga e de toda a região do Cávado e do Ave. 
Os empresários do comércio encontram-se ainda a tentar resistir, ás fortes mudanças, existentes na realidade económica da cidade com as sucessivas mudanças dos serviços públicos para uma periferia mais alargada do centro histórico. 
Recorda-se a saída do Centro de Emprego da Rua 25 de Abril, saiu o Tribunal da Praça Conde Agrolongo, saiu a Segurança Social da Av.ª da Liberdade e do Campo Novo, saiu o Hospital S. Marcos de S. Lázaro e saiu a GNR da Praça Conde Agrolongo. Tudo indica, que também pretendem mudar a Loja do Cidadão para fora do centro histórico, o que, a acontecer, será mais uma facada no já débil comércio do centro histórico. 
Ao nível de outras importantes estruturas que captavam consumidores para Braga, recorda-se a saída da Bracalândia que afectou, irreparavelmente a economia da cidade. 
A crise económica está presente em Braga de forma muito violenta. Temendo-se que por muitos anos, face à passividade de quem tem responsabilidades em muitas das opções que arrastaram a cidade para o pântano económico em que se encontra. 
Aquela realidade, ditará os novos adiamentos da abertura do Dolce Vita de Braga. 
 Muita atenção e boa semana." 
Abílio Vilaça, Director geral da Associação Comercial de Braga, in CM 26/02/2012